A Vila de Patos, na Paraíba, teria sido o local da peleja entre Ignacio da Catingueira e Romano da Mãe d'Água ocorrida em 1870. Dizem que esta foi a peleja fundadora de todas as pelejas.
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quinta-feira, 26 de julho de 2007

Grupo de Samba Chula Filhos da Pitangueira

“A Bahia é minha terra/terra do meu coração/tem pandeiro tem viola/tem mulher tem violão/é tão bonito se ver/por que lá ninguém quer ser/empregado nem patrão”. O samba Empregado nem Patrão, de autoria do Mestre Zeca Afonso, líder do grupo Os Filhos da Pitangueira, de São Francisco do Conde-BA, resume em poucas palavras a tônica da música e da cultura deste povo, através do samba chula tradicional. Formado no ano de 1986 por Mestre Zeca Afonso, o grupo se dedica exclusivamente à prática do samba chula tradicional de São Francisco do Conde-BA, sendo um dos grupos mais antigos que existem na região, que valoriza principalmente o canto da chula e do relativo em duplas de cantadores e o toque e a viola machete, instrumento tradicional do recôncavo e quase extinta. Seu Zeca Afonso aprendeu a tocar e cantar o samba chula desde pequeno através do pai e do avô que levava ele para todas as rezas de São Cosme, São Roque e Santo Antonio, onde o samba chula era parte obrigatória. O grupo faz questão de pregar a tradição que reza que somente mulheres podem entrar na roda para sambar – uma de cada vez durante as partes instrumentais que intercalam com os versos cantados pelos homens. Em tempo: o samba de roda do Recôncavo Baiano é reconhecido hoje como Obra-prima do Patrimônio Oral e Imaterial da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco). [FONTE: "Overmundo"]






O Grupo de Samba Chula Filhos da Pitangueira participou do CD Samba de Roda: Patrimônio da Humanidade, álbum que agrupa os mais importantes grupos do Recôncavo bahiano. Para saber mais e ouvir o disco, clique na figura.